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Mensagem por Mitsu em Qua Ago 15, 2012 8:00 pm

yo man sean~
aqui eu para criar o primeiro tópico inabitado porque geral tem medo de história de terror, menos eu
anyway, a todo modo, alguém já deve ter lido uma creepypasta, senão, com certeza já ouviu falar. se não, vai assistir naruto vai..
---------------------------------
creepypastas são estórias/histórias/contos feitos na internet pra entreter qualquer pessoa que esteja sem java ou flashplayer pra acessar o redtube ou jogar no clickjogos.
normalmente elas são perturbadoras e essa coisa toda que o Convidado sai correndo logo que lê o título, mas dá pra citar uns exemplos..

não vou fazer um post inicial desenvolvido e essas coisas, só um "poste creepypastas e seja triste" (de: poste tirinhas e seja feliz [nãointendo]).

por exemplo, a creepy mais recente do medoB:
Teddy:
Minha irmã tinha um ursinho de pelúcia, um assustador ursinho de pelúcia. Eu não sei porque,
mas ele me assustava. Era tão perturbador para mim. A coisa tinha olhos que pareciam tão reais.
Era como se fosse feito de um urso real e seu rosto era apenas branco e inquietante.

Primeiramente eu comecei a ter sentimentos estranhos sobre o urso quando minha irmã o
ganhou, ela era apenas um bebê na época, e eu tinha quase 4 anos. Nós tínhamos um cachorro, e
ele tinha o hábito de comer as coisas, então minha mãe sempre tinha que o colocar em uma
pequena sala no corredor do andar de cima. Toda as vezes que subia aquelas escadas, eu via o urso estranho de repente brilhar no canto pra mim, é como se ele estivesse me observando. Essa não é a parte estranha; começou a ficar realmente estranho uns 5 anos depois: com 6-7 anos minha irmã perdeu o interesse no urso, então minha mãe apenas o jogou no armário de brinquedos antigos,o único problema era que o armário ficava no meu quarto.

Quando eu tinha 9 anos, idade suficiente para ficar sozinho e ir para cama sem qualquer
assistência, todas as noites eu deitava na minha cama e apagava minha luz. Foi quando ficou
estranho. Eu estava ficando com sono, mas de repente lembrei da minha mãe colocando o ursinho no armário; lentamente me virei para olhar em todo o meu quarto, para vê-lo através do vidro. Meu coração de repente parou, enquanto eu pensava nos horrores que o ursinho havia me causado, mas com 9 anos, eu queria crescer e perder meus medos, então só sacudi a cabeça e me deitei.

Quando me levantei para tirar meu lençol pra mais longe, notei algo que iria me deixar cicatrizes a vida toda: lá estava, no final do meu quarto, o ursinho. Meu coração começou a bater normalmente de novo. Fiquei ali sentado, olhando para ele por aproximadamente um minuto. Quando eu precisei bocejar, fechei os olhos. Os abri, para ver o ursinho sentado mais perto da minha cama. Neste momento, eu estava realmente assustado. Comecei a me mover para trás, encostei na parede e olhei em volta para ver se havia qualquer indicio de alguém ter entrado no quarto. Olhei para trás para ver o ursinho no final da minha cama, eu estava tão assustado que quase desmaiei de medo. Quando eu pisquei, ele tinha desaparecido. Olhei em volta. Para meu alívio, não vi nenhum sinal dele.

Deitei minha cabeça para trás no meu travesseiro, esperando por um pouco de sono. Então abri meus olhos. Estava acima da minha cabeça, olhando para baixo. Eu gritei pois ele pulou em cima de mim. Eu nunca vou ver um urso da mesma forma novamente. Alguns anos depois, depois de anos de horror, eu o queimei; estava satisfeito em como o urso foi transformado em cinzas na minha lareira.

Eu vivi minha pré-adolescencia e adolescência; a única coisa que eu conseguia lembrar que era de alguma forma semelhante com minha péssima experiência, foi quando assisti Trainspotting. Aquela merda de cena do bebê me chocou tanto, mas fora isso, tudo estava bem.

Quando fiz 19 anos, estava prestes a mudar para minha casa nova. Eu já tinha pegado as chaves da casa e estava pronto para montar minha mobília. Depois de horas de transporte, carreguei a útilma caixa do caminhão de mudança para a porta da frente e fechei a porta atrás de mim. Me virei para ir na cozinha e colocar a caixa na mesa. Abri para ver que era um armário. Eu o tirei, andei até minha nova sala de estar e o coloquei lá no canto, olhei para ele e pensei comigo mesmo, eu não me lembro de embalar esse armário. Eu realmente não me importava muito com isso, afinal tinha acabado de me mudar para minha casa nova.

Voltei na cozinha para pegar minha televisão e a levei para a sala de estar, quando eu o vi. O
ursinho, ele apenas ficou lá, olhando para mim com aqueles olhos brancos e realistas. Foi além
da minha imaginação, como algo de um filme de terror. Meus medos não podiam ser contido e tanto faz aquilo ser urso ou uma possessão demoníaca, ele sabia que eu estava com medo. Eu o joguei no lixo e coloquei um bloco de cimento em cima da tampa. Naquela noite, eu dormi na minha cama, me sentindo um pouco mais seguro. Acordei de madrugada e olhei as horas. 12:00h.

Ouvi um barulho na cozinha. Fui até lá e notei que a porta de fora estava aberta e no chão tinha marcas de lama com formato de patas que levavam até a cozinha. Eu notei que uma das minhas facas não estavam no suporte e então ouvi algo estranhos atrás de mim. Corri até o carro e dirigi. Olhei no espelho retrovisor e vi o seu rosto. Ele estava segurando uma faca. Eu pisei nos freios. E ele voou pelo pára-brisa da frente, levantou-se e olhou direto nos meus olhos. Me senti como se ele estivesse me puxando pra ele. A única coisa que poderia estar indo em direção a ele seriam minhas duas rodas dianteiras. Me colidi com ele, senti uma leve batida, suspirei de alívio e dirigi. Nem um minuto depois, senti como se algo estivesse cortando a parte de baixo do meu carro. Então saí para verificá-lo: havia uma barra atravessando meu tanque de combustível. Corri bastante até o hotel mais próximo para ficar lá. O único que tinha era a uma milha de distância. Quando cheguei no hotel, caí na cama exausto. Quando eu acordei...

Ele estava no final da cama...

aqui a imagem do ursinho, mas não veja caso você tenha ficado com medo de "smyledog.jpg" (era algo do tipo):
Spoiler:
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

logo eu posto mais creepys, depois que eu ver que alguém parou de mijar na cama.

até ;3
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Re: Creepypasta >:]

Mensagem por Themanow7 em Qua Ago 15, 2012 11:54 pm

Até que eu não corri,que alias não fazia e menor idéia do que era esta !@#$%

Realmente acho que nem vou dormir esta noite,vai que esse ursinho super do mal aparece pra mim? tensizxa
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Re: Creepypasta >:]

Mensagem por Mitsu em Qui Ago 16, 2012 7:52 am

hum.. é um modo de ver a coisa, themanow.
mas não vai postar outras?

eu criei o tópico pra isso D:
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Re: Creepypasta >:]

Mensagem por Themanow7 em Sab Ago 18, 2012 4:35 am

Não curto muito,já vi tantas historias idiotas com o finalzinho "envie para 10 amigos senão blablabla..." meio pitoresco.
Bom,aparecendo algo interessante,por que não ler? Smile
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Re: Creepypasta >:]

Mensagem por Mitsu em Seg Ago 20, 2012 1:30 am

aheau isso ae.
mas creepypastas não são essas coisinhas bobas do facebook, são diferentes.
o máximo que rola é tu se assustar, não esquenta :3
-------------------------
aqui algumas pra vocês hehe
não olhe..:
Não descarte esta história como se fosse trabalho de algum lunático delirante. Há algum sentido, apenas continue lendo...

Veja bem, todos nos perguntamos se é possível viajar no tempo? Bom, deixe-me contar uma coisa. Na verdade, eu sou do futuro. Sério. Sei que você provavelmente não está acreditando, mas eu sou realmente do futuro. Se você pensar bem, isso é algo grandioso: conseguir ver eventos passados, assistir acontecimentos não revelados, coisas assim. Nós saberíamos mais agora, do que jamais seremos capazes de saber.

Atrás de toda essa diversão, há um aspecto muito sério. Nós não devemos visitar nossa própria vida, nem NUNCA interagir com nossos "eu" passados. Deixe-me contá-lo, eu estou quebrando uma regra neste exato momento. Sim criança, você está falando com você mesmo. Seu ego futuro. Eu serei executado por isso, você sabia? Eu aceitei. Por falar com você eu estou prevenindo algo PIOR que a morte. Eu não posso dizer exatamente o que é, porque os filtros podem me pegar. Só posso dizer que isso está mais próximo do que você imagina.

De uma forma ou de outra, eu posso enviar uma pequena mensagem, confie em mim. Sutil o suficiente para passar despercebida pelos detectores.

Você deveria ler a primeira palavra de cada parágrafo, agora.

Dead Fred:
á era tarde da noite e eu estava fora, retornando para casa depois de uma festa para esquecer algumas mágoas. Meu caminho para casa me levou ao local do cemitério e eu resolvi entrar para visitar o túmulo de um grande amigo recentemente falecido. Era um pouco assustador andar por aquelas rochas e árvores escuras em meio a um mar de tumbas, mas eu fiz questão de visitá-lo, meu respeito e amor por ele ultrapassavam o medo. Enquanto vivo, nutríamos um amor secreto e platônico. Talvez a sociedade não aceitasse...

Se pelo menos eu não estivesse... se pelo menos eu continuasse dirigindo, chegado em casa e me enterrado nos cobertores. Mas eu não o fiz. Eu estava um pouco bêbado da festa, e cambaleando pelo cemitério tarde da noite, achando que era uma boa idéia.

Eventualmente, encontrei o caminho para o túmulo dele, lutando contra a escuridão. Após finalmente encontrar aquelas rochas que indicavam o local onde meu amigo estava, fiquei surpreso em encontrar um objeto no chão. Era um disco entre as flores.

O disco não foi feito por um profissional. Era do tipo que você poderia comprar centenas, ou queimá-los em uma pilha. Estava na grama, em uma capa quadrada, nada escrito no plástico. As únicas palavras visíveis no CD, etavam escritas com giz de cera branco, com dificuldade, iluminei usando meu celular e li duas palavras escritas sem cerimônia:

"Dead Fred".

Mas o que realmente me deixava perplexo foi a caligrafia: claramente era do meu amigo. Ele costumava ter sua própria locadora de vídeos, com centenas de velhos VHS que não podiam ser encontrados em lugar nenhum. Ele havia escrito a mão, os respectivos títulos de cada filme e este parecia corresponder. Depois de seu recente suicídio, suas anotações foram encontradas, cobertas em rabiscos, uma escrita bagunçada. Bem como seu bilhete suicida...

Intrigado, eu imaginava quem poderia ter deixado aquilo ali. Eu não havia visto ninguém em seu funeral.

Lágrimas começaram a queimar meus olhos. Eu sentia tanta saudades do meu amigo, de seu toque, seu abraço. Ver um objeto, que significava tanto para ele, estar jogado em um cemitério como aquele realmente partia meu coração. Mas porque ele não me contou tudo aquilo? Nós contávamos tudo um para o outro. Ele não tinha o direito de esconder algo assim, levando para a cova!

Como ele ousou me deixar?

Eu estava extasiado e enraivecido pela bebida. Enxuguei as lágrimas dos meus olhos e saí correndo do cemitério, com o disco na mão.

Mais tarde, ao chegar em casa, eu já estava colocando o CD no computador, foi aí que eu percebi o que eu havia feito. Eu robei algo da tumba do meu amigo mais próximo. "Não há nada nisso - pensei - o errado é ele guardar segredos de mim".

Amargamente, fui ejetar o disco antes que aparecesse "O QUE VOCÊ GOSTARIA DE FAZER? ABRIR O DISCO COM ITUNES, VER ARQUIVOS, ETC". Um menu apareceu na tela então um vídeo abriu, inexperadamente.

Foi uma surpresa para mim por duas razões: primeiro, eu percebi que o CD não possuía audio, imagens, ou arquivos de texto. Eu nem pensei que pudesse ser um vídeo. Segundo, o computador não me perguntou se eu queria que o vídeo fosse aberto, ele simplesmente começou.

Era um episódio de "Coragem o Cão Covarde", o show favorito do meu amigo. Lágrimas rolaram do meu rosto, dessa vez, de nostalgia...

De fato, eu nunca havia assistido muito do desenho, achava-o perturbador. Acho que assisti uma ou duas temporadas com ele. Então, quando o título "Dead Fred", apareceu na tela, eu não sabia que havia algo de errado. Eu já tinha visto o episódio original "Freakly Fred" com meu amigo, uma vez. Pensei ser somente mais um episódio estrelado pelo "barbeiro poético".

Aborrecido comigo mesmo por ter pêgo o disco do meu amigo, eu tentei fechar o vídeo, mas meu cursor estava congelado. O teclado não respondia. Relutante, aumentei o volume da caixa de som e comecei a assistir o vídeo.

Começou da mesma forma que "Freakly Fred", com o Fred no ônibus e Muriel arrumando aquela colcha amarela sobre a cama. Fred não estava recitando seus poemas. Aparentemente não havia audio com o vídeo.

Pensei que aquilo era somente o episódio original, com algumas poucas edições, até que eu vi Coragem. O pequeno cachorro estava olhando pela janela, encarando Fred, cujos olhos eram uma mistura de malícia e medo.

Coragem abriu a janela e olhou com raiva para a paisagem... então ele começou a ter flashbacks. Toda aquela porcaria que ele tinha no decorrer dos episódios, todo o terror, todos os abusos. Tudo estava vindo.

Coragem estava chorando muito, então ele desceu as escadas rumo ao porão. Ele começou a remexer um baú, jogando fora vários objetos (uma máscara feia, uma cabeça encolhida, e outros objetos perturbadores), até que ele pega uma shotgun de cano duplo, as lágrimas ainda caindo de seus olhos.

Levando o pesado objeto para cima, ele olhou pela fechadura e apontou a arma, sua minúscula pata no enorme gatilho. Nesse momento, começaria a música de aventura, típica do cartoon; no entanto, o vídeo ainda não possuía som.

Muriel correu excitadamente para a sala (acho que a campainha tocou, mas eu não poderia ouvir nada) e abriu a porta para receber seu sobrinho.

Ali estava Fred, com seu grande cabelo bagunçado e seu olhar assustador como sempre. Ele abriu a boca para falar algo, olhou para baixo e viu coragem em pé ali, apontando a shotgun para seu peito. Um olhar de horror desceu sobre Fred, antes que o tiro soasse pela casa.

Pela casa eu quero dizer MINHA CASA. O tiro foi a única coisa audível e eu "shat a brick".

Eu apenas esperava que um "bang" saísse da arma, mas não. Fred foi empurrado violentamente para trás, com um sangue vermelho escorrendo de seu peito, manchando tudo na casa. Fred foi ao chão, morto. Muriel começou a soluçar. Coragem parecia horrorizado com o que tinha feito. Correu para o andar de cima, se trancou no banheiro.

Nesse momento eu estava um pouco chocado. Era tudo muito perturbador, mesmo para "Coragem". Pelos próximos minutos, Coragem estava sentado no chão, soluçando, com um pouco de sangue em seu corpo. Então as palavras começaram a sair da minha caixa de som:

"Olá, meu amigo"

Coragem procurou de onde vinha a voz, mas não viu nada.

"Meu nome é Fred"

Coragem levantou-se e andou de um lado para o outro. Foi à janela tentando ver de onde vinha a voz. Ele viu, lá embaixo, Muriel e Eustácio levando o corpo de Fred para o caminhão. Muriel ainda chorava.

"As palavras que você ouve estão na sua cabeça"

Coragem saiu de perto da janela, olhou a arma ao seu lado. Os flashbacks voltaram, todos os nomes falados, todas as vezes que ele arriscou sua vida sem receber nenhuma recompensa, todas as coisas horríveis que ele viu, todas as coisas horríveis que Eustácio disse a ele.

"Eu disse, meu nome é Fred"

Coragem pegou a arma e começou a bater no vidro, para que Eustácio ouvisse.

"E você esteve bem..."

Coragem puxou o gatilho. Em uma fração de segundo, a cabeça de Eustácio expludiu em uma bagunça nojenta. Ele caiu sobre o corpo de Fred.

"Safaaadooooooo......"

Muriel gritou mudamente. Não houve barulho de tiro desta vez. O audio continuava desligado, a não ser pelo assustador poema recitado por Fred.

Assim que Coragem apontou a arma para si mesmo, eu puxei a tomada do computador da parede. Eu estava abismado, andando pelo quarto, perturbado. No bilhete suicida do meu amigo, havia apenas escrito "Safado" dúzias de vezes.

"Olá, novo amigo"

Eu pulei. Eu deveria ter deixado a caixa de som ligada, desliguei apenas o computador. De qualquer forma, o vídeo deveria estar desligado, nada fazia sentido.

Eu desliguei os alto-falantes, e mesmo assim ouvi:

"Meu nome é Fred"

Eu já havia desligado tudo, mesmo assim continuava ouvindo o poema.

"As palavras que você ouve, estão na sua cabeça"

Elas estavam na minha cabeça. Elas estavam na minha cabeça desde que comecei a assistir o vídeo. Eu continuava ouvindo o poema. Em uma bizarra onda sonora onde vários Freds repetiam as frases. Elas ecoavam em minha mente.

Eu não posso aguentar mais. Eu vou ficar louco, eu vou ficar louco, eu vou ficar louco... lágrimas caindo dos meus olhos.

É muito para mim, eu tenho que ir agora, eu sinto falta do meu amigo, eu me sinto só.

A voz voltou. Dessa vez não é mais Fred falando. Era meu amigo. Meu amado...

"Adeus meu amor, de agora em diante eu estarei morto.
Estou colocando uma arma na minha cabeça.
Estou alegre que você está ouvindo tudo que tenho a dizer.
Mesmo de longe continuarei te amando.
Mas agora eu tenho que fazer algo....
Safado!"

fique longe do escuro:
Você já esteve sozinho na sua casa e ouviu sons que te deixaram curioso? Você já procurou explorar a casa após ouvir tais sons? Não? Eu já. Você já sentiu que tinha alguém observando você? Você se virou para ver? Não? Eu já. E esta história é para alertar a todos. Nunca se renda à curiosidade.

Era uma casa nova, eu e minha esposa tínhamos comprado-a recentemente em um leilão por um preço muito baixo para uma casa recém-construída. Dois meses após a compra nós já tínhamos praticamente terminado de decorar a casa toda, exceto o quarto de visitas. Minha esposa estava fora da cidade quando aconteceu.

Eu estava sentado na sala de visitas, no escuro. O brilho da TV iluminando a sala era bem fraco. Eu nunca presto muita atenção à televisão: Geralmente eu sento ali e fico enviando mensagens aos meus amigos ou jogando no celular. Uma noite eu estava fazendo isso quando eu ouvi alguns rangidos vindos do andar de cima. Eu pensei que não fosse nada, “É uma casa nova”, eu disse para mim mesmo “É apenas a fundação”. O som começou a aumentar depois de um tempo, até que não só começou a me assustar, como já estava fazendo os vizinhos baterem à minha porta, achando que era eu quem fazia tais barulhos. Eu decidi investigar. Fui até o pé da escadaria e encarei aquela escuridão acima por alguns segundos.

“Olá?”

O rangido parou de repente. Eu voltei para a sala, pensando no que poderia ser aquele som. Tratei imediatamente de afastar tais pensamentos e voltei ao que estava fazendo. Depois de meia hora começou de novo, e eu já estava ficando incomodado. E assustado também. Voltei à escada mais uma vez e mais uma vez disse:

“Olá?”

Uma voz sussurrou do topo da escadaria

“Fique longe da escuridão...”

“Que escuridão?” Eu disse, minha voz trêmula, meus olhos arregalando.

“Você verá...”

Naquela altura, eu já estava tremendo violentamente. Suando frio. Eu nunca fui o tipo de cara “durão” ou “herói”, mas alguma coisa naquilo tudo me deixou curioso para ir ver o que era. Lentamente, comecei a subir as escadas, mas quando meu pé tocou o primeiro degrau, uma porta se fechou violentamente, o suficiente para me fazer pular de susto e cobrir as orelhas. Depois de alguns segundos, a curiosidade voltou, e eu continuei a subir as escadas. De repente, ouvi a voz mais uma vez, como se ela estivesse ao meu lado:

“Fique longe da escuridão...”

Eu continuei.

Eu cheguei no topo das escadas e vi uma luz saíndo debaixo da porta do quarto de hóspedes. Eu rumei para lá lentamente, tentando não fazer barulho até alcançar a maçaneta. Ela demorou a se mover, como se algo estivesse tentando manter a porta fechada. Algo muito forte. Eu continuei a tentar a abrir a porta e por fim consegui. Entrei devagar, e nada vi além dos rolos de papel de parede em um canto e a pilha de prateleiras em outro. Eu ri de mim mesmo por ser tão idiota e acreditar naquilo tudo. Me virei para ir embora, mas a porta se fechou. Corri até ela e tentei abrí-la, mas sem sucesso. De repente, a lâmpada explodiu, fazendo vidro e fagulhas voarem para todo o lado até que o quarto ficasse totalmente escuro. De repente a voz voltou, como se estivesse ao meu lado.

“Eu disse para você ficar longe...”

a menina e seu cachorro:
Uma pequena garota estava sozinha em casa com seu cachorro para a proteger. Quando a noite chegou, ela trancou todas as portas e tentou trancar todas as janelas mas uma se recusava a fechar.

Ela decidiu deixar a janela destrancada e então foi para cama. Seu cachorro tomou seu lugar de costume em baixo da cama.

No meio da noite ela acorda por causa de um som de gotas vindo do banheiro. A menina está muito assustada para ir ver o que era então ela estendeu sua mão para baixo da cama. Ela sentiu a lambida de seu cachorro e então voltou a dormir. Ela acorda novamente por causa do som das gotas, estende sua mão para baixo da cama, sente a lambida de seu cachorro e volta a dormir. Mais uma vez ela acorda, estende a mão e sente a lambida.

Agora curiosa sobre o som das gotas, ela se levanta e lentamente anda até o banheiro, o som dos pingos foi ficando mais alto de acordo que ela ia se aproximando. Ela chega no banheiro e liga a luz. Ela é recebida por um horrível sinal; pendurado no chuveiro estava seu cachorro com a garganta cortada e o sangue caindo na banheira.

Alguma coisa no espelho do banheiro chamou sua atenção e ela virou. Escrito no espelho com o sangue de seu cachorro estavam as palavras "HUMANOS TAMBÉM SABEM LAMBER".

TERROR PRA PQP:
Era meia-noite, eu me deitei para ir dormir quando de repente, meu pai entra no meu quarto e peida

O HORROR MEU DEUS
O HORRROOOOOORRRRRR

só consegui dormir apos as 3:00

outro hospital:
Eu... eu não... eu não sei onde estou. Há muita luz.

Eu estou morto?

Todo o meu corpo está doendo... Eu acho que isso significa que ainda não estou morto. Ao menos, não totalmente.
Tudo está ficando claro, agora.

Eu acho que estou num hospital. Eu estou levantando... ou melhor, tentando. Meu pescoço dói, não importa o quão devagar eu o mova.

"Por favor, fique de costas. Você passou por muitas coisas recentemente." uma enfermeira me diz.

Eu olho para baixo, observando meus braços e pernas. Eles estão cobertos de hematomas, cicatrizes e cortes. Há uma necrose (gangrena) ainda no meu pé. Mas como isso aconteceu?!

"Qual é o seu nome?" Ela me pergunta. Eu lhe digo meu nome, perguntando como diabos eu lembro disto, mas não o que aconteceu. Sinto como se a parte de baixo do meu corpo estivesse em chamas. Eles tiveram que agir melhor e rapidamente se quisessem curar.
"O que aconteceu comigo?" Perguntei a ela.
"Você quase foi atropelado por um caminhão. No meio da fuga, você caiu sobre um toco de foi arranhado por vários galhos de árvores que estavam ali. O motorista era um psicopata que tinha acabado de estar numa maré de matança em um bairro. Ele parou o veículo e foi acabar com você pessoalmente, devido à pista não ser grande o suficiente para girar em torno de seu caminhão. E depois de uma difícil luta, você foi capaz de matá-lo." Ela me disse, como se isso não fosse nada importante.

"Impossível!" Eu gritei de volta, ferindo meus pulmões. "Que provas você tem?"

"O seu próprio testemunho, senhor. Chegamos na cena pouco depois de sua luta e perguntamos o que tinha acontecido. Você respondeu tudo o que eu lhe contei." ela disse.

"Se foi isso, então por que eu tenho uma gangrena?" Eu disse. O fedor do meu corpo maltratado era insuportável, nauseava-me. Este dia continuou piorando a cada minuto.

"Calma, senhor. Você estava deitado na neve. Era inverno quando aconteceu, e seus pés começaram a sofrer necrose." , explicou ela. "Agora eu preciso que você para fique deitado. Vamos operar você"

Olhei ao redor do meu quarto. A porta foi fechada firmemente e apenas as luzes do teto livravam a sala da escuridão. A dificuldade em respirar crescia a cada segundo enquanto eu não era operado.

A enfermeira tirou algum tipo de instrumento para a cirurgia. Ela começou a se mover em direção as minhas pernas.

"Espere! Você precisa de anestésicos, certo? Vai doer muito se eu não for anestesiado! Você é louca?

Ela riu com isso, dizendo-

"Nós estamos no inferno, é claro que vai ser doloroso!"

gif:
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

só postei umas escrotinhas aqui..
recomendo ler, das que eu postei, a "gif","não olhe" e a "TERROR NA PQP". as outras, leiam tbm :3

mas ainda vou ver algumas fodas pra postar.
postem também õÔ
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Re: Creepypasta >:]

Mensagem por King Pirate em Ter Ago 28, 2012 1:16 am

As vezes tem umas creepypasta que da vontade de rir mais outras que são muito boas , a primeira que você postou eu gostei principalmente porque teve a foto e.e , galera quando forem postar não se esqueçam de colocar a fonte

aqui vai minha contribuição

Red Mist ( com vídeo xD )

Spoiler:
Red Mist é uma fita contendo um episódio inédito de Bob Esponja Calça Quadrada. Como a há muito tempo perdida e agora descoberta recentemente fita contendo o “Suicide Mouse” (postado aqui), Red Mist foi criada por um animador escocês, agora preso, que queria apresentar a fita como o primeiro episódio da quarta temporada, apresentando a morte de Lula Molusco.

Continue Lendo... Tem Coragem ?

Red Mist começa com o Lula Molusco se preparando para praticar com a clarineta em sua casa enquanto Bob Esponja e Patrick brincam do lado do fora. Lula Molusco coloca a boca na clarineta e só consegue tocar uma nota antes de ser interrompido por alguém batendo em sua porta. Ele desce as escadas e abre a porta, encontrando um vendedor ambulante.

O vendedor, um peixe escocês gigante, pergunta se ele poderia ter um momento com Lula Molusco. Mas este diz que não está interessado e bate a porta na cara do vendendor, andando de volta para seu quarto. O vendedor bate à porta mais uma vez, e Lula Molusco abre a porta irritado. O vendedor, parecendo bem triste, diz à Lula Molusco que “a névoa vermelha está vindo” e vai embora, deixando um Lula Molusco confuso para trás. Ele volta para seu quarto e volta a praticar com a clarineta.

Depois de tocar algumas notas bem erradas, Bob Esponja e Patrick começam a rir do lado de fora, interrompendo Lula Molusco mais uma vez. Ele olha pela janela e grita com os dois, dizendo que ele precisa praticar para um concerto que teria. Bob Esponja e Patrick se desculpam com lágrimas nos olhos e vão para suas casas. Lula Molusco, incerto de si mesmo, volta a praticar com sua clarineta mais uma vez, agora sem ser interrompido.
A cena então vai se “apagando” em vermelho e permanece assim por doze segundos.

Talvez por causa de um erro, a mesma cena repete mais uma vez, o que provavelmente deve ser comum em edições básicas de animação. Entretanto, dessa vez, os olhos dos personagens foram substituídos por novos, mais realísticos e com pupilas vermelhas. Obviamente nada mais real que CGI ou animação. Não há mais áudio nessa cena, tirando alguns “cliques” ocasionais.

Depois da repetição da cena anterior, uma nova começa, com os mesmos olhos vermelhos nos personagens. Agora todos estão no teatro, onde Lula Molusco está tocando sua clarineta. Os quadros da animação “pulam” a cada quatro segundos, mas o som permanece sincronizado. Depois de uma apresentação ruim da música que ele mesmo intitulou “Red Mist”, Bob Esponja e Patrick são vistos na platéia vaiando Lula Molusco, muito incomum da parte deles.

A cena se afasta, revelando que o vendedor escocês está ao lado deles, também vaiando, enquanto Lula Molusco vai embora cobrindo a cabeça com seus tentáculos. O que há de estranho é que a cena realmente o mostra voltando para casa, sem nada acontecer ao fundo, e permanece desse modo por três minutos e cinquenta segundos antes de ser abuptamente cortada para uma tela em vermelho por mais outros vinte segundos, bem quando ele volta pra sua casa.

Uma nova cena começa, com os olhos de desenho de volta. Lula Molusco está sentado em uma cadeira, em seu quarto, com um olhar perdido em seu rosto que dura trinta segundos exatos, antes de ele começar a soluçar levemente. Novamente, o áudio está ausente por quase toda a cena, até que os soluços começam. Um leve zoom no rosto de Lula Molusco também começa, apenas perceptível se você olha os quadros da cena lado a lado. O som dele soluçando começa de repente, bem alto e severo, enquanto a tela treme um pouco. A risada do vendedor também pode ser ouvida ao fundo.

Depois de outros trinta segundos, a tela embaça e se torce violentamente. Um único frame pisca na tela. Pausando exatamente sobre o frame, o espectador pode ver uma foto real de um garoto de seis anos morto, caído na floresta apenas com roupas de baixo, cujo rosto econtra-se deformado, com um olho arrancado e o estômago aberto, com as entranhas caíndo ao seu lado.
Ao lado, a sombra do fotógrafo pode ser claramente vista, juntamente com parte da mão dele aparecendo do lado direito da cena.

Depois que essa foto aparece, a cena volta para Lula Molusco soluçando, muito mais alto do que antes, e o que parece ser sangue escorre de seus olhos ao invés de lágrimas. O riso do vendedor pode ser ouvido ainda. O som de vento na floresta também pode ser ouvido em som alto, com o som de galhos sendo quebrados e de um menino gritando. Depois de vinte segundos, outro quadro aparece, agora com uma menina de oito anos morta, caída de barriga pra baixo em uma poça de sangue, na mesma floresta da foto do menino. Suas costas estão abertas e suas entranhas empilhadas sobre ela. A foto do fotógrafo também é visível.

A cena retorna para Lula Molusco, agora com os mesmos olhos vermelhos e realistas de antes, completamente em silêncio e não mais soluçando. O som da floresta também não pode mais ser ouvido.
Três segundos mais tarde os soluços voltam, agora muito mais alto e com o som da floresta de volta. Os gritos de um menino e uma menina podem ser ouvidos misturados com a música “Amazing Grace” (link) tocada com clarineta e gaita de Foles. Enquanto isso, sete quadros podem ser vistos em preto e branco, mostrando o menino da primeira fotografia. A mão do fotógrafo pode ser vista durante a passagem dos quadros, pegando as entranhas do menino, com seu único olho restante fitando a mão do homem, e até pisca uma vez.

Corta para Lula Molusco mais uma vez, agora encarando o espectador enquanto a voz do vendedor grita “FAÇA” e “a névoa vermelha está vindo” ao fundo repetidamente. Depois de quarenta segundos, a câmera rapidamente se afasta para revelar que Lula Molusco está segurando uma arma realista, parecendo que havia sido “Photoshopada” na cena. Lula Molusco ergue o cano da arma para sua boca e atira. Sangue espirra de sua cabeça e a tela corta para estática (O famoso “chiado”).

Em 7 de Novembro de 2004, depois que os storyboards da animação foram finalizados em Fife, Escócia, a fita foi entregue para os animadores e editores de som na Paramout Studios, em Hollywood, Califórnia, no meio da noite. A fita foi levada para sala de edição onde foi assistida pelos animadores e editores já citados, e mais dois residentes de dezesseis anos. A fita, que deveria ser uma edição básica do episódio “Medo de Hambúrger de Siri”, começou com o título “Red Mist”. Achando que era brincadeira, os animadores continuaram à assistir, descobrindo que a fita havia sido modificada com algum tipo de brincadeira maldosa.

Como resultado, três animadores (Barry O’Neill, Grant Kirkland Jr. e Alyssa Simpson) foram mandados para o hospital, um editor se aposentou (Fernando de la Peña) e um residente (Jackie McMullen) cometeu suicídio. A fita foi enviada para a polícia, que determinou que a animação havia sido criada por Andrew Skinner, um animador de Fife, Escócia. Ele foi acusado por nove assassinatos, incluindo o das duas crianças que aparecem na fita. O mais estranho, é que ao analisar os dados na VHS, a polícia descobriu que a última edição da fita havia sido feita exatamente vinte e quatro segundos antes de ser assistida pela equipe de Bob Esponja.

Uma cópia da fita foi feita (antes da polícia confiscar a original) por Chaz Agnew, escritor deste artigo e o único residente que sobreviveu àquela noite. Agnew fez várias tentativas de distribuir as cópias da fita de Skinner e espera poder lançá-las em site de leilão online em breve.

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fonte: MedoB


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Re: Creepypasta >:]

Mensagem por Mitsu em Ter Ago 28, 2012 1:31 am

aquele ursinho da imagem parece um coala, tamanduá.. sei lá o que parece, mas não parece um urso õ/

eu tinha lido red mist, e posso dizer que não me assustei de verdade, é mais uma análise de algum episódio sla..
é que nem "Dead bart", "a morte de lula molusco" ou outras por ai.

alguém mais vai colaborar?
depois de alguma resposta (ou uma semana sem posts..) eu mando mais umas creepys aqui.
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